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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ba Kimbuta: a música é uma arma


Assim como Fela Kuti, BA KIMBUTA encara a música como uma arma. No Hip-Hop, em 1996 integrou o grupo UAFRO, com o qual participou de coletâneas importantes como “Revolução com a Nossa Cara”; “Nós na Fita” e “Projeto Viajar”.

Militante do movimento negro, hoje Ba Kimbuta integra o grupo Kilombagem, que dentre outros feitos auxiliou na construção do ENJUNE (Encontro Nacional da Juventude Negra) realizado em Lauro de Freitas (BA) em 2007.

Em 2012 faz o lançamento de seu primeiro trabalho solo oficial de forma independente, intitulado “Universo Preto Paralelo”, composto por 21 músicas, cuja tiragem de mil cópias se esgotou rapidamente.

As influências musicais se trançam entre o samba, funk, reggae, jazz e afrobeat. Atualmente faz apresentações acompanhado pela banda Makomba, que também estará presente na Mostra Negra Consciência, dia 30 de novembro.

Seu álbum completo está disponível para download, só clicar na imagem!

www.bakimbuta.wordpress.com
www.facebook.com/bakimbuta

Protagonismo feminino na discotecagem

Aluna de DJ Kl Jay (Racionais MCs), a DJ Vivian Marques também estará conosco dia 30 de setembro provando que as mulheres, embora poucas, sabem representar muito bem como DJs.

"Não acho que o fato de ser minoria vá afetar meu trabalho. Estou quebrando barreiras. Incentivando outras mulheres", diz.

Entre seus estilos há espaços para o Hip Hop clássico e underground, R&B, Soul, Funk’s 70 entre outras vertentes da música negra que farão morada na edição da Mostra Negra Consciência.


Entre seus projetos está o "O Futuro do Hip Hop" que tem o intuito de inserir na vida de crianças e adolescentes as técnicas de mixagem, scratch e back to back. A DJ, juntamente com as DJs Lisa Bueno, Mayra Madjian, Tati Laser e Simmonne, também integrava a Crew “Applebum” que além do intuito de agitar as pistas com mixagens, tinha o foco em apresentações das diversas técnicas utilizadas em campeonatos e produções musicais, tais como batidas, scratches, colagens utilizando MPC, entre outros.



Em 2011 também participou do Intercâmbio Cultural "City of Hip Hop" Brasil x Berlim com uma equipe com profissionais que participaram de oficinas, workshop's e apresentações em escolas, Ong's, Exposições e Festas na cidade de Berlim (Alemanha).

O samba pede passagem na Mostra Negra Consciência

Os grupos Samba do Congo e Samba Delas estarão na primeiro edição da Mostra Negra Consciência parabenizando o Sarau Elo da Corrente pelos seus sete anos de atividades.



O SAMBA DO CONGO é formado por integrantes da Frente de Resistência Cultural Samba do Congo Morro Grande, cujo objetivo é difundir, valorizar e incentivar a arte por meio da composição musical, resgatando a raiz do samba paulista e a cultura afro-brasileira.

Entre suas atividades estão o Encontro de Compositores, realizado uma vez por semana, às terças-feiras; a Roda de Samba, realizada todo segundo sábado do mês; além do Cordão Carnavalesco, realizado uma vez por ano, no final de semana que antecede o carnaval.

Por sua vez, o grupo SAMBA DELAS, filiado ao Samba da Vela, surgiu em 2008 e é formado apenas por mulheres que vêm ganhando reconhecimento em diversas consagradas rodas de samba paulista. Elas atuam como cantoras, compositoras, musicistas e poetisas nas horas vagas, marcando o protagonismo da mulher no estilo musical.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A soul music de Gerson King Combo e Banda Supergroove na Mostra Negra Consciência


Conhecido como James Brown brasileiro, o carioca Gerson King Combo marca presença com a Banda Supergroove na #MostraNegraConsciênciaPrecursor da soul music no Brasil, suas mais de sete décadas de carreira vão tumultuar - no melhor dos sentidos - o aniversário de sete anos do Sarau Elo da Corrente.

Suas gravações se tornaram clássicos da música brasileira e, acima disso, um marco na produção da música negra no país, uma vez que entoava em alto e bom som seu "orgulho de ser negro".
Em "Mandamentos Black", por exemplo, ele deixa claro o recado:

"Brother!!! / Assuma sua mente,brother! / E chegue a uma poderosa conclusão de que os blacks não querem ofender a ninguém, brother! / O que nós queremos é dançar! Dançar,dançar e curtir muito som. / Não sei se estou me fazendo entender. / O certo, é seguir os mandamentos blacks, que são, baby: / Dançar, como dança um black! / Amar,como ama um black! / Andar,como anda um black! / Usar, sempre o cumprimento black! / Falar,como fala um black!".



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